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Alimento diário


Semana 6 - Thursday


SÉRIE: EXTRAINDO VIDA DOS ESCRITOS DE PAULO
MENSAGEM 22: As viagens de Paulo e seu desejo de anunciar o evangelho em Roma – (Rm 1:13-15)
Leitura bíblica:
At 16:6-29, 33-34; 17:1-34; 18:11
Ler com oração:

Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam (At 16:25).


A SEGUNDA VIAGEM DE PAULO – SEGUIR A ORIENTAÇÃO DO ESPÍRITO

Paulo, em sua segunda viagem, dessa vez com Silas, aprendeu grandes lições em seguir o Espírito. Depois de passar por Derbe e Listra, embora Paulo tivesse o desejo de seguir para o sul, o Espírito Santo não lhe permitiu, e ele obedeceu (At 16:6). Ao tentar seguir para o norte, o Espírito de Jesus também não lhe permitiu e ele novamente obedeceu (v. 7). Daí, seguiram no sentido oeste, à cidade portuária de nome Trôade, no mar Egeu (v. 8). Paulo, então, teve uma visão na qual um varão macedônio pedia-lhes ajuda. Entendendo que era a direção do Senhor, partiram para a Macedônia, no continente europeu (vs. 9-10).
Ao chegar à cidade de Filipos, saíram da cidade para junto do rio, onde lhes parecera haver um lugar de oração. Havia ali algumas mulheres que oravam e entre elas estava Lídia, que era vendedora de púrpura (vs. 13-14).
Paulo e Silas foram muito bem recebidos por esse grupo de mulheres. Mas elas conheciam muito pouco a respeito do Senhor Jesus e muito menos tinham revelação sobre a Palavra. Deus abriu o coração delas para atender o que Paulo dizia. A seguir, Lídia foi batizada com toda a sua casa (v. 15a).
Aqui vemos outra importante lição: quando ajudamos as pessoas, não devemos nos limitar a apenas orar com elas, mas também supri-las com a Palavra de Deus.
Depois do batismo de Lídia e toda sua casa, Paulo e Silas foram acusados de transtornar a cidade, sendo presos e encarcerados (vs. 16-24). Por serem homens espirituais, mesmo na prisão passaram a louvar e orar (v. 25). Isso influenciou os demais companheiros que também estavam presos, pois provavelmente, ao ouvi-los, ficaram constrangidos e se converteram.
Durante a noite, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão e abriram-se todas as portas e soltaram-se todas as cadeias. O carcereiro despertado do sono foi examinar o que acontecera e, pensando que todos os presos tinham fugido, sacou da espada para suicidar-se (v. 27). Paulo, no entanto, bradou: “Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos!” (v. 28). O fato de os presos não fugirem tendo condições favoráveis para isso, mas permanecerem dentro da prisão, foi impactante para o carcereiro, que, impressionado e trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas (v. 29).
Ele então, perguntou a Paulo e Silas: “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (v. 30b). Eles responderam-lhe: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v. 31). Depois pregaram a palavra de Deus a ele e a todos os de sua casa (v. 32). A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Assim como Lídia, o carcereiro levou os apóstolos para a sua própria casa, lhes pôs a mesa, e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus (vs. 33-34). A igreja em Filipos surgiu dessa maneira maravilhosa!
Paulo e Silas partiram de Filipos e se dirigiram a Tessalônica (At 17:1-9), Bereia (vs. 10-15), Atenas (vs. 16-34) e chegaram até Corinto, onde permaneceram por um ano e seis meses (18:11).