Alimento diário


Semana 4 - quinta-feira


SÉRIE: A Economia Divina
MENSAGEM: 12: As riquezas insondáveis de Cristo ? (Gn 37:6-11; 39:1-5; 45:7-8)
Leitura bíblica:
Dt 16:16; Ef 1:22-23; 3:9-19
Ler com oração:

Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido (Dt 16:17).


A IGREJA ? EXPRESSÃO DA PLENITUDE DE CRISTO

Em Efésios 3:9-11 lemos que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus pode ser conhecida. A sabedoria de Deus é multiforme, isto é, possui várias formas a fim de suprir-nos em todas as necessidades e em qualquer situação. Não há dificuldade que essa sabedoria não possa resolver.
Em Efésios 3, Paulo ora para que Deus fortaleça o homem interior. Sabemos que, atualmente, alguns valorizam muito o exterior do ser humano; porém, na economia de Deus, Ele olha para o interior do homem. Por que o interior? Porque Cristo quer morar em nosso coração: “E assim habite, Cristo no vosso coração pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (v. 17). Ele não quer apenas nos visitar, mas sim fazer morada. Quer ter livre acesso a todas as áreas de nossa vida. Não podemos limitá-Lo a participar apenas de um “quartinho” em nossa vida.
Temos falado acerca da extensão das riquezas de Cristo. Não há medida capaz de contê-Lo. Mesmo que nos esforcemos para compreender, não conseguimos. Qualquer medida que alguém possa apontar para Cristo, Ele a supera (Ef 3:18).
O versículo 19 prossegue, dizendo: “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento”. Esse amor pode ser visto na redenção de Cristo, que incluiu todas as pessoas, sem acepção, e é capaz de amar até os inimigos, perdoando até mesmo os que perseguem. Esse é o amor de Cristo por nós! Precisamos desfrutar desse amor para que sejamos tomados de toda plenitude de Deus, isto é, que estejamos cheios Dele. E de onde vem essa plenitude? Das insondáveis riquezas de Cristo! Quanto mais nos apropriamos dessas riquezas, mais Ele cresce em nós, até o ponto de atingirmos a estatura da plenitude de Cristo. Foi o que aconteceu com José. Quanto mais sua fé era acrescentada nas situações que vivenciava, mais do amor de Deus ele tinha para se compadecer de seus irmãos, a quem, mesmo tendo feito tanto mal a ele, ainda perdoou.
Em Efésios 1:22-23, lemos que a igreja é a plenitude daquele que a tudo enche. De maneira prática, as reuniões da igreja devem ser a expressão da plenitude do nosso desfrute de Cristo (Dt 16:16-17). Elas não podem ser apáticas e sem vida, e sim expressar nossa comunhão viva com o Senhor. Portanto os que nos visitam, precisam ficar impactados com a vida, entusiasmo e excelência que exalamos de nosso desfrute em Cristo, assim como a plenitude Dele.
O tempo urge e o que nos cabe é buscar a renovação, nos esvaziando de toda velhice, tradição e conceitos, sendo canais limpos para que, do nosso interior, saiam rios de água viva, expressando verdadeiramente as riquezas insondáveis de Cristo. Aleluia!
 


Ponto-chave:

Quanto mais desfrutamos da vida de Cristo, mais ricas são as reuniões.

Pergunta:

De que maneira as reuniões podem impactar as pessoas?

 

Leitura de apoio:

“O servo fiel e prudente” – caps. 1-6 – Dong Yu Lan.
“Os grandes diamantes da Bíblia” – cap. 2 – Dong Yu Lan.